Sunday, May 29, 2005
23/05/2005 - 14h51
Anos 80 dominam 9ª Parada do Orgulho Gay de São Paulo
da Folha OnlineA marca da Semana do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros), cujo ponto alto é a parada gay na avenida Paulista no próximo domingo, é a defesa da diversidade. No entanto, este ano o evento é assumidamente marcado pelos anos 80. Isso porque a Trash 80's, uma festa que se transformou em casa noturna de sucesso em São Paulo, é a parceira oficial da Associação do Orgulho GLBT na organização do maior evento de rua do Estado.
"Foi um casamento perfeito", afirma Eneas Neto, um dos dois DJs criadores da Trash 80's. "Participamos da parada há três anos. No primeiro aparecemos pouco, no segundo tivemos um trio [elétrico] e neste queríamos fazer algo maior. Foi então que a Associação nos procurou e surgiu naturalmente a idéia de uma super festa de abertura para, ao mesmo tempo, comemorar o nosso terceiro aniversário", explica o DJ Tonyy, sócio de Eneas.
A festa oficial da parada, como vem sendo chamada a festa de aniversário da Trash, ocorre na quinta-feira (26), a partir das 21h, no Tom Brasil Nações Unidas. A programação seguirá o perfil do que já acontece nos palcos das duas unidades da Trash (Vila Olímpia e Centro), com DJs tocando sucessos dos anos 80 --de Dominó a Menudos, passando por Trem da Alegria e Rosana--, "performancers" imitando personagens da época, shows com drag queens e a dupla Massita & Uras, além de três convidados especiais: Sidney Magal, Gretchen e Rosana.
"Acho que tudo, inclusive a música, sempre volta à moda, em ciclos. Agora é moda ouvir os anos 80. Mas também há outras coisas, como saudade de um público que, nos anos 70 e 80, era criança e se divertia imitando ídolos", diz Sidney Magal.
A cantora Gretchen concorda, mas vai além e afirma que, além a cativação de um público infantil anos atrás, também conta o fato de ela e Magal terem sido pioneiros no que fazem. "Ele [Magal] foi o primeiro homem a cantar e dançar, assim como eu. E não tínhamos vergonha das críticas, dos comentários. Fazíamos o que era brega, e agora é chamado de Trash", diz ela.
No entanto, não é apenas a "crianças crescidas" que se deve o sucesso da Trash 80's e da "moda dos anos 80". "Sinceramente, acho que o pior que era feito na década de 80 é melhor do que é feito hoje. Lá tínhamos o que era brega, mas era diversão, sem maldade ou apelação. E hoje? Ouvimos a música da boquinha na garrafa", diz Eneas.
Ídolos gay"
Para Gretchen, foi essa posição de assumir determinadas características que a tornou, assim como Magal, ídolo do público gay. "Eu mostrei que é possível rebolar e não ser vulgar, casar, ter filhos. Quebrei um tabu de que a mulher não podia casar duas, três vezes", afirma. "Fora isso, acho que nasci uma bicha que nasceu mulher. Adoro a alegria, a empolgação."
"Eu sempre respeitei, acima de tudo. Rebolava, dançava, ganhava rótulos, mas nunca liguei, porque o que me importava era meu trabalho", diz Magal por sua vez. "Acho que isso ajudou o público gay a se identificar. Eles se espelharam em um artista que não tem preconceitos".
Durante entrevista coletiva à imprensa nesta segunda-feira, Magal não cansou de falar o quanto admira o movimento GLBT. "Quando era mais novo, quase transei com amigos meus". Ao explicar o porquê do quase, confessou que foi por conta de tabus da época. "Mas me arrependi", disse.
Thursday, May 26, 2005
Que alegria, estou morando com meu amor
!!! Está um paraíso aqui, pertinho de meus pais, a gente só escuta os passarinhos, gatinhos, cachorrinhos, um bebezinho ao longe tentando falar... Será que estou sonhando? Fiz uma tatuagem na virilha, doeu pacas!! Mas valeu a pena pois ficou maravilhosa, só que não poderei mostrá-la aqui na net por estar em lugar estratégico
rs
Definitivamente Cecília se mudou para cá e agora poderemos ajeitar nossas vidas melhor, com relação ao trabalho e tudo o mais. O mais dificil agora é conciliar amor, trabalho, amigos, família, animais, lazer rsrs e não posso esquecer de nenhum destes ítens pois todos são muitooooooo importantes para mim!!
Beijinhos Rosa Choque Sabor Feriado Lindo
Carol
Festa do Santíssimo Sacramento, instituída em 1264 por Urbano IV para honrar a presença real de Cristo na eucaristia. (Seu caráter popular desenvolveu-se em função da procissão que sucedia à missa.)No dia dedicado ao Corpo de Deus (Corpus Christi), várias cidades brasileiras, principalmente no interior de São Paulo, organizam procissões, que percorrem as ruas centrais enfeitadas com tapetes, feitos de areia ou serragem colorida, formando desenhos.
A mais pomposa, concorrida e rica das procissões católicas em Portugal e que manteve a tradição no Brasil. O maior número possível de devotos acompanhava o pálio sob o qual ia a Santa Hóstia, Corpo de Deus, numa custódia de ouro, erguida nas mãos da primeira autoridade sacerdotal. Não havia desculpas para uma ausência nem se queria faltar. Valia como demonstração de fé, exibição de prestígio sagrado, popularidade obstinada através de séculos.
Em Portugal datam do séc. XIII (Teófilo Braga) com o máximo de esplendor de tropas, fidalgos, cavaleiros, andores, danças, cantos. Todas as corporações eram obrigadas a uma representação e esta consistia num grupo que dançava, simbolizando povos vencidos ou gente bíblica. Depois que D. João I consagrou o Reino a São Jorge (porque Sant’Iago ficara padroeiro de Espanha) a imagem seguia a procissão, montada num cavalo, rodeada de oficiais em grande gala, o chamado Estado de São Jorge. Bichos mansos e ferozes, dragões, torres, serpentes, a Coca, o farricoco, mil figuras de interpretação difícil desfilavam por Lisboa, Porto, Guimarães, espalhando assombros.
No Brasil, numa carta de 9 de agosto de 1549, o Padre Manuel da Nóbrega, da Bahia, informava: “Outra procissão se fez dia de Corpus Christi, mui solene, em que jogou toda a artilharia, que estava na cerca, as ruas muito enramadas, houve danças e invenções à maneira de Portugal”. (Cartas do Brasil, 86, Rio de Janeiro, 1931).
Essa procissão deixava impressão de espanto nos estrangeiros e o povo a considerava mais de efeito aristocrático que de sua predileção, atendendo o motivo espiritual que se consagrava. Constitui tema de melhor pesquisa folclórica e etnográfica pela multidão de assuntos convergentes, associados à representação religiosa
João Ribeiro lembrou uma tradição bem velha: “Uma superstição popular ainda subsiste sobre o encontro formidável de João e Cristo. É a de que se Corpus Christi, festa móvel, cair no dia de São João, o mundo acabará. E acabará pelo fogo.” O Folk-Lore, 307, Rio de Janeiro, 1919. No ano de 1943 Corpus Christi coincidiu com o São João.
Quarenta dias depois do Domingo da Ressurreição (Páscoa) é a Quinta-Feira da Ascensão (Dia da Hora). Dez dias depois é o domingo de Pentecostes, Dia do Divino Espírito Santo. O domingo imediato é o da Santíssima Trindade e na primeira quinta-feira é o Corpus Christi, Corpo de Deus.
Saturday, May 21, 2005
Queridas (os) Amigas (os)
As semanas estão cada vez mais corridas e eu estou quase sem tempo pra entrar na net, tenho entrado rapidinho e saído, nos messengers então, estou devendo! Vamos ver se este final de semana consigo colocar o papo em dia!! Saudades de todos!!
Beijos Cor de Rosa a Todos
Tuesday, May 17, 2005
"Só os que tem segurança de si mesmos conseguem ser modestos"
Friday, May 13, 2005
Adorei esta matéria que tirei do site Igirl, eu sempre fui uma glamour girl e fico feliz que agora esta moda toda esteja retomando, é o que também já tinha percebido, bastou eu ver esta matéria para saber que o que eu estava pensando era verdade mesmo! Viva o glamour!! Longa vida às glamurosas e patricinhas como eu!! Com muito orgulho!! 
De volta à era do glamour? Alessandra Blanco :: 26.04.2005
Estamos vivendo uma nova era do glamour? Em uma discussão numa mesa de restaurante, outro dia, uma amiga defendia que estamos passando por uma nova década de 50 e 60.
As mulheres voltaram a usar saias rodadas e cinturas marcadas com sapatinhos de boneca. A Dior reeditou o casaco de cintura marcadíssima que, junto a uma saia super rodada, ficou conhecido nos anos 40 como “New Look”. Vendeu 18 peças, com valores de R$ 2000 e R$ 4000, em apenas dois dias em São Paulo e abriu uma lista de espera por outras.
Maquiagem voltou a ser algo indispensável, pelo menos para maiores de 30 anos. Usar jóias douradas deixou de ser horrível, muito pelo contrário.Voltamos a gastar dinheiro tomando drinques com as amigas, como dry martinis (o clássico da era do glamour) e sua versão para meninas dos anos 00, o cosmopolitan.
Estamos dando cada vez mais importância à aparência da casa e ao receber bem os amigos, o que em última instância leva a uma procura nunca antes vista por um mix de qualidade de decoração, de comida, de bebida, de convivência e de vida mesmo.
Por isso, programas que vão de Martha Stewart, passando por Desperate Housewives e chegando a Sex and the City fazem tanto sucesso. Assim como livros como o “Chiquérrimo”, de Glória Kalil, são tão procurados. Existe uma linha de glamurização ligando todos eles. Engraçado que no meio da discussão me dei conta que estava exatamente numa fase em que havia passado os últimos dias assistindo aos DVDs da coleçãoAudrey Hepburn, com “Bonequinha de Luxo”, “Sabrina”, “Cinderela em Paris” e “Quando Paris Alucina”. O cúmulo da sofisticação, bom gosto, moda, diversão e qualquer outra coisa agradável que você queira acrescentar.
E ainda estava lendo uma coletânea das crônicas que Clarice Lispector escreveu no Jornal do Brasil, no final dos anos 60, que mostram uma era de glamour do jornalismo brasileiro que hoje parece muito distante.
Saudosista? Talvez. Mas até a música passa por uma fase de releituras que vai do glam de David Bowie a até o art-rock do Velvet Underground. Só que não é igual, é só inspirador, mas com usos e propostas diferentes. Acho que é essa a idéia. (Isso sem falar que boa parte das novas bandas se apresentam usando ternos).
Alessandra Blanco
É diretora de Conteúdo do iG
aleblanco@ig.com
Thursday, May 12, 2005
Hoje fui à biblioteca de minha nova city
Peguei 5 livros (exagerada é bobagem né
rs):
Uma Lágrima de Mulher- Aluisio Azevedo (Um de meus autores favoritos em seu primeiro livro)
Manequinho e o Anjo da Procissão- José Cândido de Carvalho
Por Onde Andou Meu Coração- Maria Helena Cardoso (Uma temática bem brasileira, achei interessante)
Ninguém Mata o Arco- Íris- José Cândido de Carvalho (amo este autor, deu pra notar?)
A Moreninha- Joaquim Manuel de Macedo (Vi o filme, mas acredita que ainda não li o livro?)
Tuesday, May 10, 2005
Teleromance
Especial
Segunda e Terça, dias 09 e 10, às 19h00
Na segunda e terça-feira, a emissora apresenta uma introdução ao Teleromance, que fez sucesso na TV Cultura nas décadas de 70 e 80. O especial reunirá atores e diretores que contarão sobre os bastidores dos teleromances e dos teleteatros. Participam deste bate-papo os atores Flávio Galvão, Sérgio Mamberti, Luiz Serra, Roberto Vignati, Henrique Lisboa, Elizabeth Hartmann, Silvana Teixeira, Arllete Montenegro e Kate Hansen.
Teleromance
Quinta, dia 12, às 19h00
AVENTURAS AMOROSAS DE SEU QUEQUÉ - A TV Cultura destinou um horário em sua grade para homenagear atores, diretores e técnicos que participaram de seus Teleteatros e Teleromances nas décadas de 70 e 80. O Núcleo de Dramaturgia está realizando uma pesquisa e até o momento foram contabilizadas cerca de 200 produções. A homenagem se estenderá ao longo do ano com reapresentações dessas obras. A primeira a ser exibida é Aventuras Amorosas de Seu Quequé, de José Condé. Serão levados ao ar 20 capítulos, durante toda a semana (com exceção da quarta-feira), às 19h. No elenco, Osmar Prado, Regina Dourado, Amaury Alvarez, Henrique Lisboa, entre outros.
Festival Cultura
Sábado, dia 14, às 21h30
BANDA x DISPARADA - O segundo programa da série que homenageia os festivais faz uma viagem no tempo e retorna ao ano de 1966, quando duas composições disputavam o primeiro lugar no Festival de Música Popular Brasileira. Uma delas era A Banda, de Chico Buarque, e a outra, Disparada, de Geraldo Vandré e Theo de Barros. Solano Ribeiro apresenta o programa e ajuda a reunir depoimentos de quem viveu nesta época, como do pesquisador Zuza Homem de Mello, da deputada Cidinha Campos e do maestro Júlio Medaglia, jurado do festival na ocasião. Além disso, o programa apresenta releituras das músicas: a cantora Fernanda Porto interpretando A Banda, e Luciana Mello cantando Disparada.
A programação da TV Cultura está com tudo, quando eu era pequena eu assistia os teleromances, amava!!! Me parece que agora vão voltar a exibi-los, espero mesmo!!!! Teve muitos atores/atrizes legais que hoje em dia infelizmente estão esquecidos pela grande maioria, mas não pelos fãs como eu e meus amigos!! Eu lembro de um teleromance chamado "As Cinco Panelas de Ouro" que passou em 1982, se não me engano, baseado na obra de Antônio Alcântara Machado que eu adorei!! Espero que passem esses e muitos outros em especial com meus artistas favoritos e dos meus amigos também!!! 
Sunday, May 08, 2005
Feliz Dia das Mães!!!
Te amo mãe!!!
Saturday, May 07, 2005
Friday, May 06, 2005
Nunca perca a fé na humanidade, pois ela é como um oceano. Só porque existem algumas gotas de água suja nele, não quer dizer que ele esteja sujo por completo.
Ghandi
O amor é a asa veloz que Deus deu à alma para que ela voe até o céu.
Michelangelo Buonarroti (1475-1564)
É preciso viver, não apenas existir.
(Plutarco)
Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta,
não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.
(Cecília Meireles)
O homem é o que ele acredita.
(Anton Tchecóv)
Sunday, May 01, 2005
Finalmente dei uma atualizada em meus links, adicionei alguns legais que encontrei nas minhas buscas na net, editei outros e deletei alguns que não estão mais no ar, ufa!! Confiram 







